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Paralimpíadas: vôlei sentado

Saiba mais sobre o vôlei sentado. Foto: Ale Cabral/CPB

Entrando no clima das Paralimpíadas, o MaInd está realizando uma série de matérias sobre os esportes que vão fazer parte dos Jogos. Conheça mais sobre o vôlei sentado.

Esse esporte é semelhante ao vôlei convencional, a principal diferença é que os atletas competem sentados na quadra, motivo pelo qual a altura da rede tammbém deve ser mais baixa, 1,15m no masculino e 1,05 no feminino. A quadra mede 10x6m.

Disputam a partida dois times com 6 jogadores cada um. Os sets seguem a necessidade de que sejam marcados 25 pontos ou dois de diferença a partir de um empate em 24 a 24) e o Tie-Break com 15 pontos. É necessário vencer 3 sets.

É fundamental que o atleta mantenha contato com o solo mesmo para bloquear o saque adversário, que é permitido nas Paralimpíadas.

Quem pode praticar o vôlei sentado?

Atletas com deficiência física ou motora. As classes as quais estão divididos os atletas são:

  • VS1 – atletas com deficiência de maior impacto nas funções essenciais do vôlei sentado, como amputação de perna.
  • VS2 – atletas com deficiência de menor impacto nas funções essenciais do vôlei sentado como amputação de polegares ou de parte do pé.

Vôlei sentado nas Paralimpíadas

A modalidade passou a fazer parte do programa Paralímpico nos Jogos de Arnhem na Holanda em 1980, mas a estreia do Brasil nesse esporte aconteceu apenas em 2008 em Tóquio e apenas com a equipe masculina.

As mulheres só estrearam nos Jogos de Londres em 2012.

Medalha do Brasil

Seleção brasileira feminina de vôlei sentado
Foto: Saulo Cruz/EXEMPLUS/CPB

A única medalha conquistada pelo Brasil na modalidade foi a de bronze nos Jogos do Rio em 2016 pela seleção feminina.

Próximos representantes

Veja, abaixo, quais são os atletas convocados para representar o Brasil:

Masculino: Anderson dos Santos, Daniel da Silva, Daniel Yoshizawa, Diogo Rebouças, Fabrício Pinto, Gilberto da Silva, Leandro Santos, Leandro da Silva, Renato Leite, Samuel Arantes, Wellington Anunciação e Wescley de Oliveira.

Feminino: Adria da Silva, Ana Luiza Soares, Bruna Lima, Camila Castro, Edwarda Dias, Gizele Dias, Jani Batista, Laiana Bbatista, Luiza Fiorese, Nahalie Silva, Nurya Silva e a maranhense de Balsas Pâmela Pereira.

Quer ser um atleta paralímpico? Acesse o site da Confederação Paralímpica Brasileira clicando aqui.

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