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Paralimpíadas: tiro esportivo

Entrando no clima das Paralimpíadas, o MaInd está realizando uma série de matérias sobre os esportes que vão fazer parte dos Jogos. Conheça mais sobre o tiro esportivo.

No tiro esportivo, atletas precisam de muita habilidade para acertar alvos a metros de distância. Veja abaixo as distâncias e que armas são utilizadas:

  • Provas de 10m – carabinas e pistolas de ar
  • Provas de 25m – pistola de perfuração (pólvora)
  • Provas de 50m – carabinas de perfuração e pistolas

Quem pode praticar o tiro esportivo?

Atletas dessa modalidade têm deficiência física nos membros superiores ou nos membros inferiores. Veja as classes de competidores:

  • SH1 – Atiradores de pistola e de carabina que não requerem suporte para a arma
  • SH2 – Atiradores de carabina que não possuem habilidade para suportar o peso da arma com os braços e precisam de suporte para a arma

Tiro esportivo nas Paralimpíadas

A estreia da modalidade nos Jogos aconteceu em 1976, em Toronto, apenas com atletas masculinos. As mulheres só puderam participar (inclusive em provas mistas) na edição seguinte, em  Arnhem, na Holanda.

Entretanto, em 1984 (Stoke Mandeville e Nova York) e  em 1988 (Seoul) passaram a ser realizadas apenas provas masculinas e femininas.

Nova mudança aconteceu em 1992 nos Jogos de Barcelona, quando as provas mistas retornaram, mas substituindo as provas femininas.

Somente a partir dos Jogos de Atlanta (1996) os três tipos de disputa (masculino, feminino e misto) passaram a ser realizados.

O Brasil teve representante logo na estreia da modalidade nas Paralimpíadas (1976), mas nos Jogos de Pequim em 2008 conseguiu a classificação de uma segunda delegação no esporte.

Em 2012 e em 2016, o Brasil seguiu classificando atletas, mas ainda não conquistou medalhas olímpicas.

Próximo representante

Atleta do tiro esportivo Alexandre Augusto Galgani durante um treinamento utilizando uma pistola
Foto: Reprodução/Instagram

O atleta brasileiro que vai em busca da inedita medalha para o Brasil é o Alexandre Augusto Galgani (SP). Completam a comissão técnica o coordenador técnico e o apoio. 

Quer ser um atleta paralímpico? Acesse o site da Confederação Paralímpica Brasileira clicando aqui.

Leia outras matérias da série clicando aqui.

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