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Paralimpíadas: basquete em cadeira de rodas

O basquete em cadeira de rodas é um dos esportes paralímpicos mais tradicionais. (Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CPB).

Entrando no clima das Paralimpíadas, o MaInd está realizando uma série de matérias sobre os esportes que vão fazer parte dos jogos. Conheça mais sobre o basquete em cadeira de rodas!

O basquete em cadeira de rodas é uma das modalidades mais tradicionais dos Jogos Paralímpicos, estando presente em quase todas as edições até hoje. O esporte começou como um momento de distração entre ex-combatentes da 2ª Guerra Mundial e foi incluído como modalidade paralímpica nos jogos disputados em Tel Aviv, em 1968.

A prática do esporte em solo brasileiro começou em 1958, por iniciativa de Sérgio Del Grande e Robson Sampaio. Apesar do basquete em cadeira de rodas ter grande influência no meio paralímpico brasileiro, o país não conseguiu se classificar para as Paralimpíadas de Tóquio e nunca ganhou uma medalha. Além do basquete, somente o rúgbi em cadeira de rodas não contará com representantes brasileiros.

As Provas

Um atleta brasileiro com uma camisa branca arremessa a bola em direção a cesta, enquanto um atleta adversário com a camisa azul escuro é driblado por ele.
As regras do basquete em cadeira de rodas são muito semelhantes as regras do basquete tradicional. (Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo)

As regras do basquete em cadeira de rodas são muito semelhantes as do basquete tradicional (veja mais aqui); as dimensões da quadra, por exemplo, são as mesmas: 28 m x 15 m, e as tabelas ficam a 3,05 metros de altura. As partidas são divididas em quatro tempos de dez minutos cada. Confira abaixo as demais especificidades da modalidade!

As cadeiras podem ter 3 ou 4 rodas, e obedecer a uma série de regras como por exemplo, o diâmetro da roda não pode ultrapassar 66 cm. Também deve haver suporte para as mãos em cada roda, além de seguir outras especificações determinadas pela Federação Internacional de Basquete em Cadeira de Rodas (IWBF).

O grau de comprometimento físico-motor dos atletas é medido em uma escala que – 1, 2,5, 4, 4,5; quanto maior a deficiência, menor o grau, sendo que a soma do grau dos cinco atletas em quadra de cada equipe não pode ultrapassar 14.

A cada dois toques da bola na cadeira, deve-se arremessar, quicar ou passala.

Ficou com alguma dúvida? Veja o vídeo abaixo!

Quer saber onde praticar a modalidade? Confira a lista de clubes filiados pelo país!

Leia mais na nossa editoria de esporte!

Doação via pix para o MaInd pelo e-mail giovanakury@gmail.com
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