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Olimpíadas: surfe

Gabriel Medina é um dos grandes nomes do surfe atualmente. (Foto: reprodução)

Entrando no clima das Olimpíadas, o MaInd está realizando uma série de matérias sobre os esportes que vão fazer parte dos jogos. Conheça mais sobre o surfe, que estreia em Tóquio!

Novidade nos Jogos Olímpicos de Tóquio, o surfe (ou surf) é um esporte muito conhecido mundialmente e que tem alcançado mais e mais admiradores mundo afora. Nessa modalidade, o Brasil tem grandes nomes que devem brigar pelo pódio. Conheça mais sobre a origem do esporte!

Origens do surfe

Acerca do nascimento daquilo que seria percursor do surf, historiadores afirmam sua origem veio da Polinésia, ne região do Pacífico, onde pescadores perceberam que o uso de tábuas de madeira facilitavam a chegada à margem do mar.

O navegador inglês  James Cook, que esteve no arquipélago do Havaí, levou a ideia para a Europa, onde a prática se difundiu; A partir do ano de 1950, o esporte se popularizou nos Estados Unidos, principalmente na Califórnia, e os campeonatos profissionais se multiplicaram.

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No Brasil o esporte chegou ainda em 1938, onde era mais praticado no litoral de São Paulo, em Santos. Um grupo de atletas carioca levou a modalidade para o Rio de Janeiro, cuja prática passou a crescer cada vez mais até que, em 1965, surge a Associação de Surfe do Estado do Rio de Janeiro, que logo em seguida realiza o primeiro campeonato nacional da modalidade.

O esporte apenas foi oficialmente reconhecido como tal pelo Conselho Nacional de Desporto, em 1988; atualmente, a organização responsável pela prática do Surf no Brasil é a Confederação Brasileira de Surfe (CBS).

Disputa

Como já dissemos, o surf faz sua estreia nas Olimpíadas na edição de Tóquio e a categoria disputada será a mais “simples”: a shortboard – que tem um tamanho médio de cinco pés e onze polegada.

A disputa ocorrerá por meio de rounds, com 20 atletas de cada gênero. Os pontos são atribuídos por um quadro de juízes que dão notas de 1 a 10 em cada onda surfada; descartam-se a maior e a menor nota e a pontuação final é a média das notas restantes. Os critérios devem ser um pouco diferentes dos da WSL, organização responsável por realizar o Mundial de Surfe.

O Brasil no surfe

Tatiana, em um traje rosa e preto, aparece surfando em uma onda durante uma competição.
Tatiana também deve entrar na briga por medalhas em Tóquio. (Foto: Ed Sloane/WSL via Getty Images/Direitos Reservados)

O país tem despontado como uma verdadeira potência na prática da modalidade, um exemplo disso são nossos atletas serem apelidados pela imprensa estrangeira como “Brazilian Storms” ou “Tempestades Brasileiras”.

Um dos principais nomes da atualidade é o jovem Gabriel Medina, único brasileiro a ter o bicampeonato mundial; junto ao também campeão mundial Ítalo Ferreira, e às surfistas Tatiana Weston-Webb e Silvana Lima, os atletas devem entrar na briga pelas medalhas olímpicas. Para acompanhar, é só ficar ligado nas provas, que devem ocorrer entre os dias 24 e 27 de julho (dependendo das condições climáticas).

Doação via pix para o MaInd pelo e-mail giovanakury@gmail.com
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