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Olimpíadas: ginástica artística

Zanetti, medalhista olímpico de ginástica nas argolas. (Foto: Alexandre Loureiro/COB)

Entrando no clima das Olimpíadas, o MaInd está realizando uma série de matérias sobre os esportes que vão fazer parte dos jogos. 

A ginástica artística é uma modalidade olímpica que chama a atenção de muita gente pelo seu grau de dificuldade e diversos equipamentos utilizados nas competições. Podendo ser femininas ou masculinas, as provas são avaliadas por nove jurados que consideram o grau de odificuldade dos movimentos executados e a qualidade deles. Conheça mais sobre o esporte!

Onde se iniciou?

A maioria dos historiadores entram em consenso de que a prática da ginástica começou na Grécia antiga, com o principal objetivo de alcançar o “corpo ideal”.

Porém com o tempo, a prática acabou se restringindo aos acrobatas, até que o alemão Friedrich Ludwig Christoph Jahn, no século XIX, passou a fundar academias de ginástica ao ar livre para preparar os jovens para eventuais batalhas contra o exército de Napoleão Bonaparte.  Esse foi o primeiro passo para que a modalidade passasse a ser difundida em outros países da Europa.

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A prática chegou a ser considerada perigosa demais para ser posta em prática, sendo que o próprio Jahn chegou a ser preso por isso. A restrição durou alguns anos até que, em 1881 a Federação Europeia de Ginástica (FEG) foi fundada em Liege, na Bélgica, popularizando o esporte para o resto do mundo.

As provas

As competições disputadas individualmente sendo que cada atleta participa em todos os equipamentos (os generalistas) e/ou por equipe.

Os equipamentos que fazem parte das provas de homens e mulheres são: solo e salto; nas provas feminina são as barras assimétricas e trave de equilíbrio; nas masculinas são barra fixa, barras paralelas, cavalo com alças e argolas.

Equipamentos presentes na ginástica artística. (Foto: rede do esporte)

O Brasil nas Olimpíadas

Você certamente já deve ter ouvido falar no nome “Daiane dos Santos”. Isso porque ela fez história ao ser a primeira brasileira a ser campeã em uma competição mundial em 2003. Apesar de nunca ter ganhado uma medalha olímpica, a menção honrosa cabe pela atenção que Daiane chamou para o esporte no Brasil com suas performances memoráveis.

Mas o país já garantiu seus pódios olímpicos: Arthur Zanetti foi ouro nas argolas em Londres, nos jogos de 2012 e prata (também nas argolas) no Rio, em 2016; Diego Hypolito foi prata no solo nos jogos do Rio; e Arthur Nory foi bronze no solo também nos jogos do Rio.

Imagem de Flávia Saraiva, atleta de Ginástica Artística
Flávia Saraiva representará o Brasil em Tóquio. (Foto: Ricardo Bufolin/CBG)

O país será representado em Tóquio, na modalidade equipe, pelos atletas Arthur Nory, Caio Souza, Diogo Soares e Francisco Barreto Júnior; nas provas individuais, somente Zanetti brigará por medalha, nas argolas; entre as mulheres, Flávia Saraiva e Rebeca Andrade devem brilhar nos jogos.

Veja nossa série especial sobre as olimpíadas na editoria de esporte.

Tire suas dúvidas sobre a modalidade no vídeo abaixo.

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